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Há dias em que me lembro. E dói, como sempre doeu, debaixo da pele, um ardor entre o sentimento racionalizado e o impulso que não se conta a ninguém.

E há dias – a maior parte deles – em que nem sequer penso nisso. Porque é afinal, como sempre foi: um estar sem estar, uma latência à qual não sei dar destino. Mas o ardor, esse, nunca desaparece.
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publicado por outrosdias às 10:08
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