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outros dias

[dia] período de uma rotação terrestre; no plural, existência

Dois mil e doze

Janeiro 17, 2013

Foi um ano estranho.

(não o são todos?)

Pouquíssimos posts aqui no blog e muitas coisas vividas fora dele, boas e más.

Nas más, é engraçado porque pensamos sempre que não vamos aguentar, que vamos desabar a todo o instante. Mas depois apercebemo-nos que não. Apercebemo-nos de que aguentamos sempre mais um bocadinho, mais um bocadinho, mais um bocadinho. As pernas encontram sempre uma réstia de força para irem andando, a corda tem sempre um pouco mais por onde esticar sem partir. O mundo carrega-se às costas mas, surpreendentemente, lá vamos conseguindo suportar-lhe o peso.

As boas foram normais. E normal é bom. Normal é excelente, aliás. E pouco valorizado, penso eu. Esse é o meu principal desejo para 2013: saber apreciar mais quem e o que tenho e perder menos tempo com quem e com o que não tenho.

O segundo desejo para este novo ano, para além dos óbvios paz e amor para todos, é, tal como a Pêpa / Pépa / Pepa, poder comprar uma mala Chanel. Eu e todas as pessoas que vivem ao cimo da Terra.

E, já agora, que o mundo não acabe (outra vez)!

Feliz 2013!

Balanço(a) natalício

Janeiro 17, 2013

Não foi o Natal com que sonhámos, mas, usando a expressão do Sr. Silva, foi o Natal possível.

Não falo da crise, das prendas, dos consumismos. Falo de pessoas. De calor humano. De gestos, pequenos, imensos. De coisas que não custam nada. A verdade, bem resumida, é que estivemos com quem quis, de facto, estar connosco.

Agora que penso nisso, não foi o Natal possível: foi o Natal real. Houve gargalhadas, fotos cómicas, conversas sérias, conversas sem sentido, brincadeiras, jogos, filmes, séries, passeios, telefonemas, abraços apertados, beijos demorados, olhares com mil significados, partilhas, coisas doces, saudades apertadas.

Houve, acima de tudo, amigos por perto (fossem família ou não). Um Natal real e, por isso mesmo, um Natal bom.

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