Terça-feira, 12 De Dezembro,2006

Noddy, Lord of the Darkness

Estou "traumatizada" com isto.

(É forte demais para colocar aqui...)
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publicado por outrosdias às 17:29
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Segunda-feira, 11 De Dezembro,2006

Auto

Acho que me perdi. Não estou em qualquer mapa ou coordenada GPS. Não há placas com nomes de localidades, nem marcos a medir quilómetros. Não há pistas, nem pedido de resgate, nem suspeitos a quem interrogar.

Sim, acho que me perdi.

Algures entre gestos e palavras mecanizados, comportamentos formatados, métodos que garantam o funcionamento da máquina. Acordar, vestir, comer, trabalhar, cumprimentar, conduzir, falar, sentar, dormir, verbos, acções, engrenagens oleadas com todas as revisões feitas na marca.

Se é isto a vida ou se é isto o amor, sinto-me defraudada.
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publicado por outrosdias às 12:43
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Endireitar tartes (com cobertura de mousse)

Este rapazinho foi eleito o "alimentador-oficial" lá de casa. Para além de ter uma técnica inédita para comer costeletas, conseguiu que o marido batesse o recorde de esvazianço-de-prato-mais-rápido-do-mundo, mais conhecido por... cala-te-e-come-estas-batatas-tão-boas.
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publicado por outrosdias às 12:03
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Quinta-feira, 07 De Dezembro,2006

A (não) nobreza dos títulos

Duas coisas com as quais embirro e que me chateiam um bocadinho.

Uma. Doutores e Doutoras, para mim, só os médicos e os Doutorados. Se me perguntam se sou dôtora, digo que não, que sou a fulana tal. Quando insistem, eu repito e ameaço mostrar o bilhete de identidade para comprovar o que digo. Se continuam a insistir e perguntam se sou licenciada, respondo que sim, mas que sou a fulana tal e que o meu curso não é de Medicina.

Outra. O que é que faz? Ah, eu sou motorista de táxi. Ah, eu sou vendedor. Ah, eu sou designer. Ah, eu sou funcionário público.

Funcionário público?? Desde quando é que isso é uma profissão? Fora do Estado, pode-se ser comerciante, professor, médico, bancário, secretária, bombeiro, segurança, etc., etc. No Estado, só se pode ser funcionário público. Não há cá discriminações para ninguém.

E já que há esta confusão entre o que se faz e quem paga o ordenado, gostava de ouvir alguém responder ao Fernando Mendes, do Preço Certo, dizendo que é "funcionário privado".
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publicado por outrosdias às 16:56
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Quarta-feira, 06 De Dezembro,2006

Realidade aumentada

Primeiro foi no polegar e pulso direitos. Ao mínimo toque fosse com o que fosse, sem feridas, nem cortes, nem queimaduras que o justificassem. O simples roçar da roupa tornou-se insuportável. Lavar as mãos passou a equivaler a espetarem-me cinquenta e sete pregos duma só vez. Depois foi na cara, na zona do queixo e em redor da boca.

Hiperestesia cutânea. Sensibilidade excessiva na pele.

Estou a fugir-me de cá de dentro.
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publicado por outrosdias às 09:30
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Terça-feira, 05 De Dezembro,2006

Fermentação, loucura ou espírito inquieto

é quando começo a escrever um post que já tinha todo alinhavado mentalmente, com princípio, meio, fim e, principalmente, nexo (!) e o resultado final é uma misturada de improvisos e coisas que me foram surgindo e que se sobrepuseram a tudo o resto.

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Chapéu-de-mandioca?!?!?!?!
publicado por outrosdias às 11:18
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Chapéu-de-mandioca

Está a chover, muito, em rajadas*. O meu chapéu-de-chuva repousa no sítio de sempre: dentro do carro. Eu e o meu carro não estamos no mesmo sítio. Para chegar até ao meu carro, que é onde está sempre o meu chapéu-de-chuva, tenho de atravessar uma zona completamente descoberta. A ironia da coisa é que quando saí do carro, olhei para o chapéu-de-chuva e pensei em trazê-lo comigo. Mas depois não quis perturbá-lo ao retirá-lo do seu ambiente natural e deixei-o adormecido no chão. Ele está lá e eu estou aqui e a separar-nos está uma valente molha.

Antecipadamente ensopada e desconsolada por estar onde o meu chapéu-de-chuva não está, desconfio que, mesmo assim, ele vai continuar no sítio de sempre: dentro do carro. É uma daquelas inevitabilidades da vida ou, como diria alguém conhecido... É a vida!

* E isto agora não tem (quase) nada a ver com o assunto, mas no Brasil, rajada é uma espécie de mandioca. Juntando esta valiosa informação à família das expressões como "está a chover a potes" ou "está a chover a cântaros" ou ainda "nem que chovam canivetes", conseguimos um saboroso (ou será doloroso?) "estão a chover mandiocas".
sinto-me: com ideias estranhas
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publicado por outrosdias às 10:55
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Segunda-feira, 04 De Dezembro,2006

Teste e erro, teste e erro

Estou a trabalhar nisto.

Abençoadas macros do word...
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publicado por outrosdias às 16:44
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